As Crônicas de Gelo e Fogo: A Guerra dos Tronos – Livro 1

Imagem retirada do site submarino.com.br
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Oi pessoal, como tem passado? Em ritmo da copa? Estou ouvindo um grande e barulhento “Só que não”? É eu também estou assim. Não que eu não goste de jogos, mas quando ouço a palavra feriado,  me vem a mente três coisas: Livro, cama e cobertor. XD

Hoje eu vou falar de uma das minhas sagas prediletas: As Crônicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin, que inspirou a série Game of Thrones que passa na HBO.

Como ainda não terminei de ler a saga inteira (mesmo porque nem lançou todos os livros), fiquei me perguntando se postava ou não postava, mas veja só,  é um livro muito (MUITO) complexo, o que significa que é muito provável que eu venha a me esquecer depois de algum detalhe, então decidi fazer um post de cada vez.

Esta resenha vai ser um pouco mais curta que as outras, acredito eu, porque, como eu disse antes, o livro é complexo, sendo assim,  é difícil de falar sobre sem deixar escapar um ou dois spoilers, mas para que eu não cometa estes tipos de deslizes, eu decidi ser breve. O que deve fazer com que queiram ler ainda mais depressa.

Por onde começar?

Bem, a história começa a partir da família de Eddard Stark (nome estranho? Vão se acostumando), senhor de Winterfell,  que pode ser chamado de Ned, pelos mais íntimos, que é casado com Catelyn e juntos tem cinco filhos: Brandon, Sansa, Arya, Robd, Rickon e ele tem um filho bastardo chamado Jon Snow.  A vida está como a de qualquer outra família em Westeros, ou Os Sete Reinos, o mundo medieval onde a trama gira em torno, quando Ned Stark, protetor do Norte, descobre que o Mão do Rei está morto, e com isso a vaga fica aberta, sendo que o Rei Robert Baratheon pede para que seu amigo, o Ned, passe a ocupá-la.

Pausa para o Glossário: Mão do Rei – é uma pessoa de total confiança do Rei nomeada para ajudá-lo a tomar algumas decisões e caso este não esteja presente chega até mesmo ocupar o seu majestoso cargo, tendo de cumprir com as obrigações designadas tal como o próprio Rei. Ele é tipo o Estepe do Rei para não falar outra coisa.

Voltando. Inicialmente,  Eddard deseja recusar, mas depois de uma breve busca, percebe que na verdade a morte do antigo Mão do Rei pode ter sido provocada, o que significa que o rei pode estar em perigo. Então disposto a fazer de tudo para ajudar o amigo, ele aceita o cargo. Mas o que não sabe é que, de fato, coisas vêm acontecendo pelas redondezas e a possibilidade de que uma guerra aconteça é tão óbvia quanto o sol no verão.

As coisas começam a ferver depois disso, na verdade, eu deveria dizer esfriar, já que depois de terem passado por um verão de 10 anos muito quente e demorado, o inverno está a caminho, com a promessa de ser pior do que o sol escaldante do verão.  E junto com esta estação maus presságios estão a caminho.

Algumas famílias são importantes que sejam citadas. Como os próprio Stark, que tem como alicerce o pai, de um coração bom e destemido, ele ajudou o Rei Robert a derrotar os Targaryen, que reinavam antes do atual.

Os Targaryen tem bastante importância nos livros, eu sei que eu acabei de dizer que eles foram derrotados, mas sobraram dois, Viserys e Daenerys, esta última eu posso dizer que me encantou desde o começo e no final ela superou minha expectativas,  sério. 

Tem também os Lannister, fazendo uma rápida analogia com Harry Potter ( não que a história tem alguma coisa a ver uma com a outra, são TOTALMENTE diferentes) esta família está quase – quase- como a família dos Malfoys. Eles são poderosos e inteligentes, a família mais rica e um tanto quanto viciados pelo poder. Tywin é o Protetor do Oeste, sua filha, Cersei, é a Rainha de Westeros, tem o Jaime, guarda real e o Tyrion, ele é meio que o excluído da família,  pois ele é anão,  mas a personalidade dele é maior do que da família inteira, em minha opinião claro. Depois do Bran e da Daenerys, ele é o personagem mais legal, porque ele sabe usar a inteligência que tem, e cara, o menino é inteligente e sabe disso, apesar de ele ser do lado do mal, ele é encantador, pela narrativa dele, você se vê torcendo, tipo, não do jeito errado estilo “Que o mal vença!”, mas  tipo, “que todos morram menos ele”.

Ele é muito bom com as palavras, segue um trecho que eu achei muito #TemQue :

“Se deixá-los perceber que suas palavras o magoam, nunca se verá livre da troça. Se lhe quiserem atribuir um nome, aceite-o, faça-o seu. Assim não poderão voltar a magoá-lo com ele” *-*

Fui um pouco sucinta? Estou com medo de falar demais..xD.

O que falar deste livro? Sensacional! Muito #TemQue. O Martin soube desenvolver cada trama de uma forma tão peculiar e envolvente, que quando chega no final você fala ” JÁ?! @-@”, isso que tem quase 600 páginas.

O livro é narrado em terceira pessoa, e cada capítulo contém um personagem com suas próprias histórias e perspectivas,  o que é legal e muito instigante. Porque ele escreveu cada capítulo de tal forma que faz com que passe a ideia de que estamos mesmo na mente dos personagens. 

“A vida não é uma canção, querida. Aprenderá isso um dia, para sua tristeza.”

Posso ficar o dia todo elogiando esta obra, ou vocês mesmo podem conferir. Em minha opinião George R. R. Martin conseguiu montar um mundo fantástico tão bom quanto J.K. Rowling ou J.R.R. Tolkien, você consegue viver neste mundo e imaginar cada traço descrito nos livros, e eu acho isso primordial em uma literatura de fantasias.

Espero que gostem desta dica, logo mais apareço com as continuações.

Obrigada

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Cultura Saraiva Submarino 
Bruu
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Especificações técnicas:

ISBN: 8562936529

ISBN-13: 9788562936524

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Edição: 1ª

Ano de Lançamento: 2010

Número de páginas: 592

Editora: LeYa

Fonte: Livraria Cultura

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Bruu

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Viciada em leitura, mas apaixonada por números, o ápice da contrariedade. Tem uma queda maior por romances e finais felizes, mas ama as lágrimas que os livros de drama causam. A meta do ano é publicar um livro próprio. A meta da vida é viver e ler, mesmo quando não puder mais.
Bruu

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Viciada em leitura, mas apaixonada por números, o ápice da contrariedade. Tem uma queda maior por romances e finais felizes, mas ama as lágrimas que os livros de drama causam. A meta do ano é publicar um livro próprio. A meta da vida é viver e ler, mesmo quando não puder mais.

Um comentário em “As Crônicas de Gelo e Fogo: A Guerra dos Tronos – Livro 1

  • 21 de agosto de 2015 em 23:43
    Permalink

    Oii!! Adoro esse blog, tem sempre as melhores resenhas, juro kkkk
    Conheci atraves de uma busca pelo livro o Pássaro e me empolguei so com a resenha. Desde então venho seguindo vocês, adoro as resenhas do JP, descobri meu amor pelo Harlan por causa dele kkkk mas tenho que admitir que a Bruu é a que escreve as melhores resenhas, são muito engraçadas (acho que ja li todos os livros que vc postou). Vou ler game of thrones mas sei que ja vou amar. obrigada CPL, vcs são TOP.

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