The OA – Netflix

Oi, pessoal! Tudo bem? Vim aqui hoje falar sobre mais uma série da Netflix! A série se chama The OA. Vou falar um pouco sobre ela e depois comentar o que eu achei.

Sobre a série

Não vou poder falar muito para não estragar as surpresas e as descobertas, mas vamos lá!

No primeiro episódio vamos ver uma garota que saiu correndo entre os carros que estavam em uma ponte. Seu destino era a borda da ponte, de onde acabou se jogando. Este momento foi gravado e postado na internet. Rapidamente o vídeo da garota pulando da ponte viralizou.

Não demorou muito para que a mãe da garota visse o vídeo também, o que levou tanto ela quanto o marido ao hospital onde estava a filha deles, Prairie Johnson.

O reencontro com Prairie gerou notícia. Não apenas por ela ter sido “a garota que pulou da ponte naquele vídeo”, mas porque Prairie havia desaparecido sete anos atrás e agora havia retornado. Mais impressionante do que ter voltado, ter escapado de onde quer que estivesse, Prairie, que era cega, agora pode enxergar.

Vários mistérios são criados durante a série, como, por exemplo, como Prairie conseguiu recuperar sua visão, o lugar onde ela estava esse tempo todo, um nome de um homem que ela repete (Homer), mas que ainda não sabemos quem é. Além disso, Prairie agora se apresenta para as pessoas como OA e o significado dessa sigla permanece desconhecido por um certo tempo.

Prairie parece bem perturbada, mas vamos conhecer mais sobre o que aconteceu nesses sete anos em que estava desaparecida até o momento em que ela retornou. Os relatos vão ser apresentados em uma casa abandonada, onde OA vai se reunir com mais quatro pessoas que vão ajudá-la em algo que ainda vamos entender melhor o que é.

Com o passar dos episódios, com os relatos de Prairie para essas quatro pessoas na casa abandonada, vamos conhecendo mais sobre OA, sobre o passado dela, onde ela estava esse tempo todo, como ela foi parar lá, quem é Homer e até mesmo como recuperou a visão. O laço entre ela e essas quatro pessoas vai se tornando mais forte, mas nem tudo será tão simples.

O que eu achei

Eu gostei bastante dessa série. Achei o primeiro episódio incrível! A abertura do episódio só entra mesmo quando OA começa o primeiro relato dela para as quatro pessoas e eu achei sensacional tanto a abertura ter sido tanto tempo depois do início do episódio quanto a abertura em si!

Claro que tenho alguns pontos negativos. O principal que eu posso dizer, falando bem por cima para não estragar para quem não assistiu ainda, é que não gostei muito do lugar onde OA encontra a Khatun, achei um pouco…brega…não consigo encontrar um adjetivo melhor…

Por causa dos mistérios que vão surgindo durante a série, você sente muita curiosidade e simplesmente segue com a série de uma forma natural. Acabei assistindo por dia um ou dois episódios no começo, mas lá pro final da série eu assisti um atrás do outro e acabei indo dormir de madrugada. São poucos episódios e com durações variadas, alguns de quarenta e poucos minutos e outros com mais de uma hora.

O último episódio teve um tema que eu sempre achei um pouco forte quando lia nos livros que falavam sobre isso ou até mesmo filmes e reportagens. Já passava das 4 horas da manhã, mas eu acabei tendo que assistir um desenho pra ir dormir com a cabeça mais leve hahaha. Ainda bem que Netflix também tem desenho \o/

A personagem Prairie em alguns momentos me lembrou um pouco da Eleven de Stranger Things, lembrei de Eleven com aquele capacete no tanque com água, dela chamando pelo pai, aquele lugar todo preto… mas acho que o que mais fez com que fizesse essa associação foi o fato de o nariz de Prairie sangrar sempre que ela tem uma…humm, não sei se vou dizer…acho que vou deixar para vocês descobrirem isso também =)

Minha avaliação:

A avaliação de vocês:

 

Espero que tenham gostado do post de hoje. Se vocês já assistiram The OA comentem aqui embaixo o que vocês acharam e, caso queiram, compartilhem o post com seus amigos e sugiram a série para eles!

Muito obrigado pela atenção, um grande abraço e até o próximo post!

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JP

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Fascinado pelo Mundo de Magia e Bruxaria criado por J.K. Rowling e louco pelos romances policiais de Harlan Coben, JP está realizando seu sonho de criar sua própria biblioteca em casa e agora sonha em publicar um de seus vários projetos já iniciados. É apaixonado por livros e deseja passar essa paixão adiante, tocando as pessoas com sinceridade, diversão e cultura.
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E aí? Gostou? Comente aqui o que você achou!